O que Santa Cruz compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Santa Cruz compraram US$ 16,3 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 60 cidades de Rio Grande do Norte que importaram, Santa Cruz ficou em 48º lugar. No Brasil, em 2.272º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Motocicletas e outros ciclos equipados com motor auxiliar…3,4 toneladasUS$ 8.44052%
- 2Caixas de fundição; placas de fundo para moldes; modelos para moldes…0,7 toneladasUS$ 7.85048%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 12,2 mil
- 2025US$ 5.100
- 2026 (até setembro)US$ 11,2 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Santa Cruz
Quanto Santa Cruz importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Santa Cruz (RN) compraram US$ 16,3 mil de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Santa Cruz mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Motocicletas e outros ciclos equipados com motor auxiliar… (52%), Caixas de fundição; placas de fundo para moldes; modelos para moldes… (48%).
De quais países Santa Cruz mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (52%), Hong Kong (48%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.